CURSO BOMBAS INDUSTRIAIS:

TIPOS - APLICAÇÕES - ESPECIFICAÇÃO - VEDAÇÃO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


1. Descrição

O curso “Bombas Industriais: Tipos – Aplicações – Especificação – Vedação” foi desenvolvido visando trazer uma visão geral sobre as bombas industriais mais comuns usadas comercialmente.

Abordaremos os conceitos teóricos sobre os principais tipos de bombas industriais existentes, as vedações utilizadas, assim como, os cálculos necessários para se fazer uma especificação de uma bomba para uma dada aplicação.


Todo o suporte ao aluno será dado através de whats app.

2. Objetivos

Ao concluir o curso, você conhecerá os principais tipos de bombas existentes, saberá o princípio de funcionamento de cada uma delas e como especificá-las.

Também entenderá os principais tipos de vedações usadas para cada caso.

3. Público Alvo

O curso se destina a todas as pessoas que desejam aprender sobre bombas industriais, desde as concepções teóricas até as questões práticas envolvidas.

4. Carga Horária e Certificado

O curso tem uma carga horária de 40 horas, sendo emitido um certificado de conclusão pelo engenheiro responsável.

5. Conteúdo Programático

Estão previstos a abordagem dos seguintes temas:

1.  Conhecendo as bombas

1.1.   Definição de Bombas

1.2.   Classificação das Bombas

1.2.1.   Bombas hidrostáticas

1.2.2.   Bombas hidrodinâmicas

2.  Conhecendo as Bombas Centrífugas

2.1.   Classificação das Bombas Centrífugas

2.1.1.   Classificação Quanto à Orientação do Eixo-Rotor

2.1.1.1.  Bombas Horizontais

2.1.1.2.  Bombas Vertical

2.1.2.   Classificação Quanto à Configuração Mecânica ou Suporte

2.1.2.1.  Rotor em balanço ou Cantilever

2.1.2.1.1.     Bombas Monobloco

2.1.2.1.2.     Bombas Mancalizadas

2.1.2.2.  Rotor entre mancais

2.1.2.3.  Vertical Suspensa

2.1.3.   Classificação Quanto ao Número de Rotores

2.1.3.1.  Bombas simples-estágios

2.1.3.2.  Bombas multi-estágios

2.1.4.   Classificação Quanto As Conexões de Sucção e Descarga

2.1.4.1.  Axial ou End

2.1.4.2.  Vertical ou Top

2.1.4.3.  Horizontal ou Side

2.1.5.   Classificação Quanto ao Tipo de Rotor

2.1.5.1.  Rotor Fechado

2.1.5.2.  Rotor Aberto

2.1.5.3.  Rotor Semi-Aberto

2.1.6.   Classificação Quanto a Norma Utilizada na Fabricação

2.1.6.1.  Bombas ANSI

2.1.6.2.  Bombas API

2.2.   Projeto de Uma Bomba Centrífuga

2.3.   Componentes de Uma Bomba Centrífuga

2.3.1.   Rotor

2.3.2.   Caixa Espiral, Voluta ou Corpo Espiral

2.3.3.   Difusor

2.3.4.   Eixo e Luva

2.3.5.   Anéis e Placas de Desgaste

2.3.6.   Caixa de Selagem

2.3.6.1.  Vedação por Gaxetas

2.3.6.2.  Vedação por Selo Mecânico

2.3.6.3.  Acoplamento Magnético

2.3.6.4.  Hermética

2.3.7.   Suporte ou Caixa de Mancais e Mancais

2.3.8.   Vedação da Caixa de Mancal

2.3.8.1.  Retentores

2.3.8.2.  Protetor de Mancal Tipo Labirinto

2.3.8.3.  Protetor de Mancal Tipo Magnético

2.3.8.4.  Protetor de Mancal Tipo Selo Mecânico

2.3.9.   Acoplamentos

2.3.9.1.  Acoplamentos Rígidos

2.3.9.2.  Acoplamentos Flexíveis

2.4.   Forças Atuantes em Bombas Centrífugas

2.5.   Identificação de Bombas Centrífugas

2.6.   Funcionamento de Bombas Centrífugas

2.6.1.   Princípio de Funcionamento

2.6.2.   Curvas Características

2.6.2.1.  Diagrama H versus Q (Altura Manométrica versus Vazão)

2.6.2.2.  Diagrama NPSH versus Q (NPSH versus vazão)

2.6.2.3.  Diagrama Ph versus Q (Potência Hidráulica versus vazão)

2.6.3.   Perdas de Carga e Sua Influência

2.6.4.   Curva do Sistema e o Ponto de Operação de Bombas Centrífugas

2.6.5.   BEP Best Efficient Point ou Ponto de Máxima Eficiência

2.6.6.   O que é Cavitação

2.6.7.   Altura Geométrica de Sucção e NPSH - Conceito de bombas afogadas e bombas não afogadas

2.7.   Montagem e Instalação de Bombas Centrífugas

2.7.1.   Montagem de Bombas Centrífugas

2.7.2.   Balanceamento de Bombas Centrífugas

2.7.3.   Alinhamento - Desalinhamento

2.7.4.   Transporte de Bombas Centrífugas

2.7.5.   Instalação em Campo de Bombas Centrífugas

2.7.6.   Tubulações de Sucção e de Recalque

2.8.   Operação de Bombas Centrífugas

2.8.1.   Procedimentos de Partida

2.8.2.   Procedimentos após Partida

2.8.3.   Procedimento de parada

2.8.4.   Escorvamento de Bombas Centrífugas

2.9.   Manutenção de Bombas de Centrífugas

2.9.1.   Conservação

2.9.2.   Inspeções de Campo

2.9.3.   Manutenção Preditiva

2.9.4.   Manutenção Preventiva

2.9.5.   Manutenção Corretiva

2.9.6.   Inspeções em Oficina e Reparo de Componentes

2.9.6.1.  Corpo Espiral

2.9.6.2.  Rotor

2.9.6.3.  Eixo

2.9.6.4.  Anéis de Desgaste

2.9.6.5.  Luva Protetora

2.9.6.6.  Suporte de Mancal

2.9.6.7.  Difusor

2.9.6.8.  Itens de Troca Obrigatória

2.9.6.9.  Instalação e Substituição de Gaxetas

2.9.6.10.               Instalação e Substituição de Selos Mecânicos Componentes

2.9.6.11.               Instalação e Substituição de Selos Mecânicos Cartuchos

2.9.6.12.               Testes de vazamento em selos mecânicos

2.10. Problemas Mais Comuns

2.10.1. Sem descarga líquida a partir da bomba

2.10.2. Descarga líquida insuficiente

2.10.3. Pressão Insuficiente

2.10.4. Picos de Desempenho

2.10.5. Consumo Excessivo de Energia

2.10.6. Selo Mecânico vaza excessivamente

3.  Conhecendo as Bombas Volumétricas ou de deslocamento positivo

3.1.   Funcionamento das bombas volumétricas

3.2.   Bomba de pistão ou êmbolo

3.3.   Bomba de engrenagem

3.4.   Bombas de diafragma

3.5.   Bombas de parafuso

3.6.   Bombas de lóbulos

3.7.   Bombas de Palhetas

3.8.   Bombas de vácuo de anel líquido

3.9.   Cavitação em bombas volumétricas

3.10. Curvas características de bombas de deslocamento positivo ou volumétricas

4.  Especificação de Bombas

4.1.   Especificação de bombas centrífugas

4.1.1.   Introdução Teórica

4.1.1.1.  Propriedades dos Fluidos

4.1.1.2.  O que é Fluido?

4.1.1.3.  Massa Específica

4.1.1.4.  Peso Específico

4.1.1.5.  Viscosidade Dinâmica

4.1.1.6.  Viscosidade Cinemática

4.1.1.7.  Prefixos de Unidades Mais Usados

4.1.2.   Estática dos Fluidos

4.1.2.1.  Conceito de Pressão

4.1.2.2.  Pressão Absoluta e Pressão Efetiva ou Manométrica

4.1.2.3.  Cálculo de Pressão Estática e Variação de Pressão

4.1.2.4.  Conceito de Carga de Pressão

4.1.2.5.  Unidades de Pressão Mais Usadas

4.1.3.   Cinemática dos Fluidos

4.1.3.1.  Regime Permanente e Regime Transitório

4.1.3.2.  Escoamento Laminar, Escoamento Turbulento e Número de Reynolds

4.1.3.3.  Conceito de Vazão

4.1.3.4.  Conceito de Velocidade Média

4.1.3.5.  Equação da Continuidade

4.1.3.6.  Conceito de Vazão em Massa e Lei da Conservação da Massa

4.1.4.   Equação da Energia

4.1.4.1.  Energia Mecânica do Fluido e Altura de Energia

4.1.4.2.  Apresentando a Equação da Energia e Altura Manométrica

4.1.4.3.  Potência Hidráulica, Potência de eixo e Rendimento da Bomba

4.1.5.   Cálculo de Perda de Carga

4.1.5.1.  Conceito de Perda de Carga e Conceitos Importantes

4.1.5.2.  Perda de Carga Distribuída

4.1.5.3.  Perda de Carga Localizada

4.1.5.4.  Método do comprimento equivalente

4.1.5.5.  Método do coeficiente de perda de carga localizado

4.1.6.   Cálculos Necessários para a Especificação de Bombas Centrífugas

4.1.6.1.  O que é Cavitação?

4.1.6.2.  Cálculo da Altura de Sucção

4.1.6.3.  Conceito de NPSH

4.1.6.4.  NPSH Requerido e NPSH Disponível

4.1.6.5.  Conceito de Bomba Afogada e Não-afogada

4.1.7.   Funcionamento das bombas centrífugas

4.1.7.1.  Curva do Sistema

4.1.7.2.  Ponto de Operação das Bombas Centrífugas

4.1.7.3.  

4.1.8.   Componentes Comuns em uma Instalação de Bombeamento

4.1.9.   Conceito de Escorvamento

4.1.10. Exemplos práticos de seleção de bombas centrífugas

4.2.   Especificação de bombas volumétricas

4.2.1.   Aplicação da Equação da Energia em Sistemas com Bombas Volumétricas

4.2.2.   Cavitação em Bombas Volumétricas

4.2.3.   NPSH Requerido para Bombas Volumétricas

5.  Vedação de bombas

5.1.   Vedação por gaxeta

5.1.1.   O que é gaxeta

5.1.2.   Como funciona uma gaxeta

5.1.3.   Materiais usados em gaxetas

5.1.4.   Formas construtivas das gaxetas

5.1.5.   Lubrificantes

5.1.6.   Procedimento para especificação de gaxetas

5.1.7.   Aplicações das gaxetas

5.1.8.    Válvulas

5.1.9.    Equipamentos Rotativos

5.2.   Vedação por selo mecânico

5.2.1.   Introdução aos Selos Mecânicos

5.2.1.1.   Revisão importância da vedação

5.2.1.2.   Revisão equipamentos rotativos

5.2.1.3.   Evolução das vedações

5.2.1.4.   Desenvolvimento dos selos mecânicos

5.2.1.5.   Componentes básicos de um selo mecânico

5.2.1.6.           Faces de vedação

5.2.1.7.           Estojo

5.2.1.8.           Elemento elástico

5.2.1.9.           Acionamentos do selo mecânico

5.2.1.10.                Resumo da concepção de um selo mecânico

5.2.2.   Funcionamento de um selo mecânico

5.2.2.1.   O que é película interfacial ou filme de líquido

5.2.2.2.   Selo mecânico tem vazamento residual?

5.2.2.3.   Selo mecânico versus mancal de deslizamento

5.2.2.4.   Funções da película interfacial

5.2.2.5.   Fontes de geração de calor no selo mecânico

5.2.2.6.   Selo mecânico trabalhando a seco

5.2.3.   Tipos e classificações de selos mecânicos

5.2.3.1.   Quanto à forma construtiva

5.2.3.1.1.      Selo mecânico componente

5.2.3.1.2.      Selo mecânico cartucho

5.2.3.2.   Quanto a quantidade de selos instalados no equipamento

5.2.3.2.1.     Selo mecânico simples

5.2.3.2.2.     Selo mecânico duplo

5.2.3.2.3.     Selo mecânico múltiplo

5.2.3.3.  Quanto a disposição de montagem: Selos mecânicos simples

5.2.3.3.1.     Selos mecânicos internos

5.2.3.3.2.     Selos mecânicos externos

5.2.3.4.   Quanto a disposição de montagem: Selos mecânicos duplos

5.2.3.4.1.     Selos mecânicos tandem ou em série

5.2.3.4.2.     Selos mecânicos face a face

5.2.3.4.3.     Selos mecânicos costa a costa

5.2.3.4.4.     Importância ou relevância da disposição de montagem

5.2.3.5.   Quanto a movimentação da vedação secundária

5.2.3.5.1.      Selos mecânicos "pusher”

5.2.3.5.2.     Selos mecânicos "não-pusher"

5.2.3.6.   Quanto ao fator de balanceamento

5.2.3.6.1.     O que é fator de balanceamento

5.2.3.6.2.     Selo mecânico balanceado

5.2.3.6.3.     Selo mecânico não-balanceado

5.2.3.7.   Quanto a reversibilidade da pressão

5.2.3.7.1.     Selos mecânicos não-autobalanceados

5.2.3.7.2.     Selos mecânicos autobalanceados

5.2.3.7.3.     Relevância ou importância do autobalanceamento

5.2.4.   Especificação de selos mecânicos

5.2.4.1.   Parâmetros necessários para especificação de um selo mecânico

5.2.4.2.   Materiais mais usados para as "faces de vedação" e suas características

5.2.4.3.   Materiais mais usados como vedações secundárias

5.2.4.4.   Efeito da temperatura na escolha dos materiais usados no selo mecânico

5.2.4.5.   Efeito da compatibilidade química para a escolha dos materiais usados no selo mecânico

5.2.4.6.   Fator pressão -velocidade periférica

5.2.5.   Dimensionamento de selos mecânicos - Principais grandezas calculadas

5.2.6.   Importância da transferência de calor para o funcionamento do selo mecânico

5.2.7.   Montagem de selos mecânicos

5.2.7.1.   Montagem de selos mecânicos componentes

5.2.7.2.   Montagem de selos mecânicos cartuchos

5.3.   Sistemas Auxiliares de Selagem ou Planos de Ligação ou Planos de Selagem

5.3.1.   Introdução aos Planos de Selagem

5.3.2.    O que são planos de selagem

5.3.3.    Parâmetros para a escolha do plano de selagem

5.3.4.    Padronização dos planos de selagem

5.3.5.    Equivalências entre as normas API, ANSI e ISO

5.3.6.   O que é "flush" ou "flusing"?

5.3.7.   O que é "quench"?

5.3.8.   Classificação dos Planos de Selagem Conforme a Codificação API

5.3.9.    Planos código 1: Objetivo de circulação com fluidos limpos

5.3.9.1.    Plano 01 - Circulação integral

5.3.9.2.    Plano 11 - Recirculação da descarga

5.3.9.3.    Plano 12 - Recirculação da descarga com filtro

5.3.9.4.    Plano 13 - Recirculação com inversa

5.3.9.5.    Plano 14 - Recirculação da descarga com retorno

5.3.10.  Planos código 2: Objetivo de refrigeração e com fluidos com alta temperatura

5.3.10.1.  Plano 02 - Câmara para circulação de fluido refrigerante

5.3.10.2.  Plano 21 - Recirculação com trocador de calor

5.3.10.3.  Plano 22 - Recirculação com trocador de calor e filtro

5.3.10.4.  Plano 23 - Circuito fechado com trocador de calor

5.3.10.5.  Plano 24 - Recirculação com trocador de calor e retorno

5.3.10.6.  Plano 21 versus plano 23

5.3.11.  Planos código 3: Objetivo de lubrificação e com fluidos abrasivos

5.3.11.1. Plano 31 - Separador Ciclônico

5.3.11.2. Plano 32 - Injeção de Fonte Externa

5.3.12.  Planos código 4: Objetivo de refrigeração e lubrificação com fluidos abrasivos e com alta temperatura

5.3.12.1. Plano 41 - Separador ciclônico com trocador de calor

5.3.13. Planos código 5: Objetivo de aumentar a segurança com fluidos perigosos

5.3.13.1. Plano 51 - Selo simples com barreira

5.3.13.2. Plano 52 - Selo duplo não pressurizado

5.3.13.3. Plano 53A - Selo duplo pressurizado com reservatório

5.3.13.4. Plano 53B - Selo duplo pressurizado com acumulador hidráulico

5.3.13.5. Plano 53C - Selo duplo pressurizado com pistão diferencial

5.3.13.6. Comparação entre o plano de 52 e plano 53A

5.3.13.7. Plano 54 - Injeção de fonte externa

5.3.14.  Planos código 6: Objetivo de manipulação das emissões com fluidos em geral

5.3.14.1. Plano 61 - Conexões para escorvamento e drenagem

5.3.14.2. Plano 62 - Conexões para lavagem e limpeza

5.3.15. Planos código 7: Objetivo de fluido barreira para gases

5.3.15.1. Plano 71 - Barreira de gás - Opcional

5.3.15.2. Plano 72 - Barreira de gás não-pressurizado

5.3.15.3. Plano 74 - Barreira de gás pressurizado

5.3.15.4. Plano 75 - Drenagem de condensado

5.3.15.5. Plano 76 - "Vent" de vazamento não-condensado

5.3.16.  Plano não previsto na normal - Caixa selo

6.  Bônus

6.1.   Associação de Bombas Centrífugas

6.1.1.   Associação em Paralelo

6.1.2.   Associação em Série

6.2.   Alteração da Curva Característica de Bombas Centrífugas

6.2.1.   Alteração da Rotação da Bomba Centrífuga

6.2.2.   Alteração do Diâmetro do Rotor.

6.3.   Estudo de Causa Raiz para Selos Mecânicos

6.3.1.   Classificação das Falhas de Selagem

6.3.2.   Diagnóstico da Falha

6.3.3.   Condições do Sistema

6.3.4.   Análise de Falha

6.3.4.1.    Sede Estacionária fora de perpendicularismo

6.3.4.2.    Contato Excêntrico

6.3.4.3.    Erosão

6.3.4.4.    Deflexão

6.3.4.5.    Deflexão por vibração excessiva

6.3.4.6.    Falta de filme lubrificante

6.3.4.7.    Distorções na sobreposta

6.3.4.8.    Excentricidade do conjunto rotativo

6.3.4.9.    Desgaste por geração de calor

6.3.4.10. Abrasivos entre as faces

6.3.4.11. Travamento devido a deposito de polímeros

6.3.4.12. Freting

6.3.4.13. Defeitos em anel O

6.3.4.13.1.  Anel mordido

6.3.4.13.2.  Extrusão

6.3.4.13.3.  Ataque químico

6.3.4.13.4.  Blister

6.3.4.13.5.  Falhas em molas

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SOBRE O AUTOR DO CURSO


Micelli Camargo é engenheiro mecânico formado pela UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá. Possui especialização em Didática e Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Anhanguera Uniderp e também MBA em Executivo em Marketing pela FGV - Fundação Getúlio Vargas. 

Se formou em janeiro de 2005 e desde então vem atuando com vendas técnicas, tendo atuado com turbinas hidráulicas para PCH's (Pequenas Centrais Hidrelétricas), com máquinas industriais de corte CNC como "corte a plasma" e "corte a jato de água água", com compressão e tratamento de gases como compressores de parafuso e centrífugos e secadores de ar e por mais de 8 anos atuo numa multinacional do ramo de vedações industriais para equipamentos rotativos, atendendo empresas do setor químico, petroquímico, farmacêutico, papel e celulose e industrias em gerais, atuando não só na especificação de selos mecânicos e sistemas de selagem mas também com acompanhamento e instalação dos dispositivos nos equipamentos bem como o comissionamento e start-up, além de treinamentos "in company". 


Já na área de EDUCAÇÃO e TREINAMENTO, desde de muito jovem já atuava como professor particular de matemática para alunos do ensino fundamental. Quando estava na faculdade, atuou como professor de física e química no ensino médio e técnico em escolas estaduais em Itajubá. 


Já em São Paulo, atuou por vários anos numa faculdade em curso de engenharia mecânica, tendo lecionados disciplinas como: Mecânica dos Fluidos, Transferência de Calor, Resistência dos Materiais, Sistemas Fluido Mecânicos, Pneumática, Hidráulica, entre outros. 


Seguindo sua vocação para educação, em 14 de maio de 2016 iniciou seu Canal no Youtube "Engenharia e Cia" e hoje conta com mais de 8220 inscritos. Iniciou com aulas de Mecânicas dos Fluidos e atualmente já disponibiliza aulas de Termodinâmica, Vibrações, Estática, além de diversos vídeos de curiosidade técnicas, sendo o vídeo mais visto, sob título "O que é Selo Mecânico e como Funciona."

Também está presente no Facebook com a página "Cursos Engenharia e Cia" hoje, com 1530 seguidores e também promove um grupo "Engenharia & Cia", e também não podia faltar, sua presença no Linkedin. 


Após a insistência de vários alunos que queriam cursos mais completos, ele elaborou seu primeiro curso de "Vibrações Mecânicas".

o aqui